Mal do Século
Abro esta crônica com um verso de Álvares de Azevedo, escritor brasileiro (1831-1852), do poema Minha Desgraça na obra de Lira dos vinte anos. Minha desgraça, não, não é ser poeta, Nem na terra de amor não ter um eco, E meu anjo de Deus, o meu planeta Tratar-me como trata-se um boneco… Não…


