Na juventude, tive início profissional em história da arte, fotografia e reporter. Deixei de lado essas possíveis profissões para, durante o tempo que o destino me fez ser empresária porem, sem jamais deixar de me dedicar à escrita anônima. Gosto especialmente de crônicas e de criar histórias através de contos e novelas. Ao longo do tempo, construi uma visão de mundo mais sombria em busca de personagens alinhados às virtudes, às relações afetivas, erros e acertos nas suas vidas, acompanhando seus processos de transformação. Através destes recursos e de um olhar receptivo sobre o pensamento da alma, tento transpor para o papel o Real Cotidiano de todos nós.
Do que estamos falando? Da volta ao antigo normal? Do novo normal? No antigo novo normal? O normal é o normal de cada um. O meu é diferente do seu e o seu do seu vizinho, portanto…
Andei muito confusa todos estes dias! Meio presa, meio em liberdade…
Este título não é de minha autoria, mas vem a calhar. Vejamos se faz sentido! O texto, creio, não será longo porque a crise em geral – noves fora o covid-19 –, não conseguirá exterminar os variados vírus com os quais convivemos diariamente.
Graça, de achar graça ou aquela quando damos Graças a Deus por estarmos vivos ou ainda aquela que a natureza nos dá de graça.
No início da pandemia, eu achava graça, divertia-me com os detalhes desconhecidos que foram surgindo…
Não deixa de lembrar ficção científica, mas já é verdade em cidades como Cingapura. Apesar de não me ater a comparar diferenças entre países (como o fato de um país ser mais desenvolvido do que outro) , o caso que vou descrever, só parece existir em Cingapura.
Hoje vou tentar elencar alguns novos hábitos, bons e maus, que se instalaram em meu exercício diário de sobrevivência , neste já tão longo tempo “proibida” de ter contato com o mundo real. Fico de 5 a 8 horas em frente da tela ouvindo…
Intitulo esse dia como A Pandemia, escreverei sobre ela. Vou esquecer que existe política, sociologia, poesia, literatura. Esses tópicos guardarei para quando terminar os “afazeres do isolamento”.
Elon Musk é um bilionário americano, visionário, criador de futuros com suas máquinas de altíssima tecnologia – algumas ainda em fase de construção (é o criador do carro que se conduz, ou seja, sem motorista). Ele teve um filho há pouco a quem deu o nome de: X Æ A-12 Musk. Não é fake news! Este fato em si já seria suficiente para o mundo considerá-lo “louco”.
Hoje algumas notas caseiras não tão auspiciosas. Estou com dificuldade, dificuldade não é o termo, estou com menos automatismo ao usar o dedo indicador da mão esquerda para teclar meu texto.
Tenho tido pequenas alegrias nesses dias entre quatro paredes. Parte delas se passa na cozinha. Outra é quando realizo as demais tarefas caseiras escutando música ou a noite assistindo filmes. (acho que já assisti a quase todos…
Algo não vai bem! Pensei…
Irritei-me com a Lola, minha labradora de 15 anos que não anda mais por causa da artrite. Melhorou com cortisona, porém vive atrás de mim para comer. É o efeito do remédio.