Na juventude, tive início profissional em história da arte, fotografia e reporter. Deixei de lado essas possíveis profissões para, durante o tempo que o destino me fez ser empresária porem, sem jamais deixar de me dedicar à escrita anônima. Gosto especialmente de crônicas e de criar histórias através de contos e novelas. Ao longo do tempo, construi uma visão de mundo mais sombria em busca de personagens alinhados às virtudes, às relações afetivas, erros e acertos nas suas vidas, acompanhando seus processos de transformação. Através destes recursos e de um olhar receptivo sobre o pensamento da alma, tento transpor para o papel o Real Cotidiano de todos nós.
O ar está rarefeito. Uma sensação!
O mundo está na rua, como antes do covid quando se respirava, sem perceber. Respirava-se inconsciente. Hoje ele passou a sufocante, o pulmão nos recordando, a cada respiração, que pode parar de um segundo para o outro…
Ontem, ao ir almoçar no shopping, tive a sensação de me encontrar no Zorroland . Uma visão sobrenatural!
A máscara veio para ficar?
Um filho me convidou e só por isso rompi a certeza de que não era ainda hora de sair de casa.
A Pandemia não chegou ao fim, embora para a maioria sim! Decretaram, por conta própria que o vírus morreu! Uso uma imagem simples e literal para este momento: morrer na praia! De mansinho, sem alarde e número…
Aparentemente vem chegando o fim da Covid ou será da pandemia? Ao menos é o que me pergunto. Não sabemos qual dos dois – quando saímos para tomar ar: a maioria com máscara, mas calçadas e veículos novamente repletos de gente respirando, tossindo, limpando o…
Do que estamos falando? Da volta ao antigo normal? Do novo normal? No antigo novo normal? O normal é o normal de cada um. O meu é diferente do seu e o seu do seu vizinho, portanto…
Andei muito confusa todos estes dias! Meio presa, meio em liberdade…
Este título não é de minha autoria, mas vem a calhar. Vejamos se faz sentido! O texto, creio, não será longo porque a crise em geral – noves fora o covid-19 –, não conseguirá exterminar os variados vírus com os quais convivemos diariamente.
Graça, de achar graça ou aquela quando damos Graças a Deus por estarmos vivos ou ainda aquela que a natureza nos dá de graça.
No início da pandemia, eu achava graça, divertia-me com os detalhes desconhecidos que foram surgindo…
Não deixa de lembrar ficção científica, mas já é verdade em cidades como Cingapura. Apesar de não me ater a comparar diferenças entre países (como o fato de um país ser mais desenvolvido do que outro) , o caso que vou descrever, só parece existir em Cingapura.
Hoje vou tentar elencar alguns novos hábitos, bons e maus, que se instalaram em meu exercício diário de sobrevivência , neste já tão longo tempo “proibida” de ter contato com o mundo real. Fico de 5 a 8 horas em frente da tela ouvindo…
Intitulo esse dia como A Pandemia, escreverei sobre ela. Vou esquecer que existe política, sociologia, poesia, literatura. Esses tópicos guardarei para quando terminar os “afazeres do isolamento”.