Na juventude, tive início profissional em história da arte, fotografia e reporter. Deixei de lado essas possíveis profissões para, durante o tempo que o destino me fez ser empresária porem, sem jamais deixar de me dedicar à escrita anônima. Gosto especialmente de crônicas e de criar histórias através de contos e novelas. Ao longo do tempo, construi uma visão de mundo mais sombria em busca de personagens alinhados às virtudes, às relações afetivas, erros e acertos nas suas vidas, acompanhando seus processos de transformação. Através destes recursos e de um olhar receptivo sobre o pensamento da alma, tento transpor para o papel o Real Cotidiano de todos nós.

Complô

Acredito piamente haver um complô para emburrecer a humanidade.  Tal plano encontra-se escondido em algum lugar, talvez em Marte onde o colega de Zuckerberg planeja aterrizar. Hoje são sócios no objetivo de nos emburrecer, amanhã encontrarão maneiras diferentes de enlouquecer a humanidade para ganhar mais dinheiro com  seus experimentos.

Lembremos da série 007 contra Goldfinger , seu inimigo de mão mecânica,  tapa olho satânico , vestido elegantemente com uma roupa prateada disposto a roubar o sol dos terráqueos e assim, dominando a energia  do mundo, ter o poder nas mãos.

Esta é a sensação e antipatia que tenho quando penso na nossa absurda dependência das sempre renovadas maquinetas e plataformas de comunicação. 007 venceria trazendo de volta a nossa energia, nosso motor criativo independente?

Não creio! 

Tamanho não é documento

Juro que vi!

Seis homens nus, em pelo, frente e verso, cuja única indicação de gênero eram seus pênis, as idades entre 20 e 28 anos, brancos.  Postados, eretos, em frente a painéis de cor verde, vermelho, amarelo, nada a protegê-los em vista da ausência de um vidro. (Falta uma cor que esqueci, atenta a outros detalhes).

Ministério de Recursos Humanos

“Quando o povo desperta, expectativas frustradas são mais incendiárias do que as necessidades nunca atendidas”
( Georges Clemenceau – 1841/1929)

Detive-me nesta citação de Clemanceau porque ela cabe, à perfeição, não só no cenário brasileiro, mas na maioria dos países cujo povo afirma, aleatoriamente, haver mais pessoas ignorantes do que pessoas bem informadas. Na verdade, a pobreza e a ignorância andam de mãos dadas.

Noite Feliz, Férias Felizes

Férias. Uma imagem de felicidade que vai se defasando à medida que entramos na faculdade. Fica gravada como tendo sido uma   época feliz, depois que saímos da faculdade para enfrentar a vida!

Natal. Suscita igualmente a mesma fantasia.  Supondo que o universitário já esteja casado e com filhos, as duas imagens se sobrepõem.

Férias. Com a proximidade das datas e o merecido descanso dos adultos, ela deixa de ser uma alucinação, uma miragem para, eventualmente, tornar-se realidade e nos fazer esquecer o “suplício” que foi o período natalino.

Natal. Tendo em vista o número de novos avós que surgem com os segundos e terceiros casamentos dos filhos, novas mães ou duas ou três madrastas, vários primos sem consanguinidade alguma, meio que obrigados a se darem bem, pais e mães tendo que cuidar para não ofender nenhum(a) ex esposa/marido ,afinal, “mãe/pai de meus filhos” , como dizem, quiçá, com renovado amor dedicado aos seus exes, inicia-se a negociação anual entre os casais separados.  Os dois eventos chegam após transações Inter familiares sobre quem vai festejar o Natal,  como e em casa de quem , assim como as férias, que filho vai passar as férias onde e com qual dos pais.