Na juventude, tive início profissional em história da arte, fotografia e reporter. Deixei de lado essas possíveis profissões para, durante o tempo que o destino me fez ser empresária porem, sem jamais deixar de me dedicar à escrita anônima. Gosto especialmente de crônicas e de criar histórias através de contos e novelas. Ao longo do tempo, construi uma visão de mundo mais sombria em busca de personagens alinhados às virtudes, às relações afetivas, erros e acertos nas suas vidas, acompanhando seus processos de transformação. Através destes recursos e de um olhar receptivo sobre o pensamento da alma, tento transpor para o papel o Real Cotidiano de todos nós.
Escrever, escrevo desde tempos remotos, mas acreditar que o ato poderia tornar-se uma atividade exercida, não mais como um diletante, nasceu em 2006. Os textos escritos da adolescência até a idade madura versavam sobre a perplexidade do Existir. Textos auto referentes despejando as angústias e dúvidas sobre mim e o mundo em busca de uma identidade.
Nasci em 1945, no ano em que a Segunda Guerra terminou e no dia e mês em que o mundo passou por um momento dramático de transformação.
Pessoas foram e são o principal alvo das minhas lentes. Surpreendem-me o tempo todo mesmo se não as fotografo. Relaciono-me com elas em preto e branco. Foto: Bettina Lenci
Fascina-me a hora e o lugar do descanso e lazer embaixo de uma sombra ou sol a pino. É a preguiça que cada um se permite usufruir. Foto: Bettina Lenci
Feiras são frequentadas por pessoas em atividade. Comprando, vendendo, expondo. Estão trabalhando! Feiras no Norte do Brasil são as sobreviventes de hábitos e costumes que aprecio muito. Foto: Bettina Lenci
Hoje inauguro este espaço destinado a transpor notícias de jornais e outras mídias que me chamaram atenção. Normalmente encontro algo que não é manchete, mas acredito impactar nossas vidas cotidianas. Não exerço a futurologia cósmica, mas confesso ter a pretensão de interpretar a noticia com a reflexão que ela merece e principalmente com a verdade na qual acredito, sem meias palavras.
Acabo de assistir ao filme “Privacidade Hackeada”. Não o recomendo para quem acredita
no bom senso da humanidade…
As transformações que dizem respeito às mudanças no modo de viver, pensar, julgar, aceitar, são infinitas. As mudanças externas ocorrem com maior rapidez, é verdade, do que as nossas mudanças internas