Na juventude, tive início profissional em história da arte, fotografia e reporter. Deixei de lado essas possíveis profissões para, durante o tempo que o destino me fez ser empresária porem, sem jamais deixar de me dedicar à escrita anônima. Gosto especialmente de crônicas e de criar histórias através de contos e novelas. Ao longo do tempo, construi uma visão de mundo mais sombria em busca de personagens alinhados às virtudes, às relações afetivas, erros e acertos nas suas vidas, acompanhando seus processos de transformação. Através destes recursos e de um olhar receptivo sobre o pensamento da alma, tento transpor para o papel o Real Cotidiano de todos nós.

Domingo Feito

No sábado encontrava-me no aniversário do meu neto de 10 anos, com a mãe de 40 e eu mesma da geração de 45. Minha filha cuidando do bolo, o neto correndo pela casa e eu tentando conversar trivialidades esparsas com as avós escaladas para levarem seus netos para a festa.